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Cidades Inteligentes e Inclusivas: Olhares Brasileiros


Publicado em 17.09.2019, às 3:05 pm

O Brasil é marcado por uma urbanização desordenada, excludente e disfuncional. Somado a ausência de diálogo entre sociedade civil, poder público e iniciativa privada, esses agentes atuam, muitas vezes, de forma improdutiva, tanto econômica quanto socialmente.

Nesta realidade, atores políticos encontram não apenas dificuldades técnicas, mas resistência à implementação de instrumentos de políticas urbanas, como os planos diretores. Entretanto, é possível extrair aprendizados importantes dos desafios práticos presentes em nossas cidades e da capacidade que elas têm de agir de forma criativa frente a eles.

O terceiro e último encontro sobre as Cidades Inteligentes, com curadoria e mediação de Wilson Levy, busca compreender o que podemos fazer para construir soluções criativas a esses desafios, e o que já estamos fazendo para superá-los.

Para entender como as técnicas das smart cities podem nos ajudar dentro do contexto brasileiro de desigualdade, e o que o Brasil tem a oferecer em termos de soluções para suas cidades, contaremos com a presença de:

Stella Hiroki, é doutora em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP

Carlos Leite, arquiteto e urbanista, é doutor pela FAU-USP, professor do Mackenzie, e da UNINOVE, e pesquisador do IEA-USP

Claudio Bernardes, engenheiro civil, foi presidente SECOVI, é curador do Fórum São Paulo – Cidade do Futuro, da UNINOVE, e colunista do jornal Folha de S. Paulo

O evento faz parte do Circuito Urbano 2019, da ONU-Habitat Brasil, com o tema geral “Cidades Inovadoras e Inclusivas” e como pergunta inspiradora “como a inovação pode aprimorar serviços e políticas urbanas de maneira inclusiva e sustentável?”

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